Mudanças... outra vez
Perguntas Frequentes?
Vamos por partes.
As provas de aferição vão passar a chamar-se MoDA - Provas de Monitorização da Aprendizagem.
Os mais implicados serão os alunos do 4º e do 6º ano. Fizeram provas de aferição no 2º e no 5º ano, e vão novamente a avaliação!
A partir do ano letivo 2024-2025, entrará em vigor o novo modelo de avaliação externa (provas e exames nacionais). O objetivo é melhorar a monitorização da qualidade da aprendizagem e, assim, contribuir para as estratégias escolares de melhoria da aprendizagem e para orientação das políticas públicas.
Princípios orientadores do novo modelo:
- Avaliação no fim de todos os ciclos de ensino (4.º, 6.º e 9.º anos e no ensino secundário);
- Comparabilidade dos resultados no ensino básico — provas deixam de ser públicas para serem utilizados itens âncora de ano para ano;
- Avaliação em suporte digital no ensino básico, com mecanismos para garantia de equidade;
- Classificação eletrónica em todos os níveis de ensino;
- Monitorização e reporte atempado (relatórios de alunos e escolas disponibilizados antes do novo ano letivo; relatórios nacionais divulgados em novembro; dados para escrutínio público até ao fim do ano civil).

As provas contam para avaliação?
Não. As provas ModA não contarão para a classificação final do aluno. No entanto, a classificação, que passará a ser quantitativa (numa escala de 0 a 100), ficará registada na ficha individual do aluno.
As classificações serão públicas?
Sim. Os resultados das provas ModA serão publicados, de forma anónima, e ordenados por escola e concelho, o que irá permitir construir um ranking dos estabelecimentos de ensino e compará-los entre si, à semelhança do que acontece com as avaliações dos exames nacionais.
Há mudanças nas provas de final de ciclo do 9.º ano?
As provas finais de ciclo do 9.º ano continuarão a ser realizadas a Português (Português Língua Não Materna ou Português Língua Segunda) e a Matemática. A prova de Português será feita em formato digital. Já a de Matemática realizar-se-á em formato híbrido (digital e papel), para contornar dificuldades da escrita matemática em computador. A classificação será eletrónica. Outra novidade é a coexistência de avaliação numérica (de 1 a 5) e avaliação quantitativa (de 0 a 100). Também aqui os enunciados deixarão de ser tornados públicos. O peso da prova para a classificação final do aluno continuará a ser de 30%.
E nos exames nacionais do ensino secundário?
Os exames nacionais do ensino secundário continuarão a ser feitos em formato de papel. No entanto, passarão a ser classificados eletronicamente. Desta forma, as folhas de resposta dos alunos serão digitalizadas nos Agrupamentos do Júri Nacional de Exames e carregadas na plataforma digital de classificação, sendo depois distribuídas pelos professores corretores. Aqui, há ainda outra alteração relevante. Cada professor corretor irá classificar alguns itens de um conjunto de exames e não a totalidade dos exames, o que garantirá maior justiça nas avaliações e permitirá avaliar os próprios professores corretores. A classificação eletrónica avançará no ano 2024-2025 como projeto-piloto, aplicando-se apenas na disciplina de Filosofia. No ano letivo 2025-2026, será então generalizada a todas as disciplinas em que este formato de classificação se adeque (excluindo, por exemplo, Desenho A). As regras dos exames nacionais para os alunos mantêm-se, evitando perturbar o acesso ao ensino superior.
Em resumo, para o secundário:
Exame de Português obrigatório para todas as áreas de estudo no 12 ano.
1 ou 2 exames no 11º ano, das disciplinas que terminam.
1 ou 2 exames no 12º ano: Português (obrigatório) + Matemática / Português + Hitória / Português + História das Artes
Peso dos exames: passam a valer 25%.

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